O que é Sagrado Feminino, Feminino Divino ou Divina Feminina- Feminilidade Sagrada, Reconexão da Mulher a sua Feminilidade Essencial

O que é Sagrado Feminino, Feminino Divino e Divina Feminina – Feminilidade Sagrada, Reconexão da Mulher a sua Feminilidade Essencial

Sagrado Feminino / Divina Feminina – A Feminilidade Sagrada, Essencial e o Redespertar da mulher

Reconexão da Mulher ao seu Feminino Divino

Diversas visões, varias autorias:

Estamos percebendo a formação ou reativação de uma Filosofia de vida que foi chamada por muitos de “Sagrado Feminino”. O Sagrado Feminino é um estilo de vida  que vem sendo adotado pelo público feminino há milênios, mas somente agora está realmente se ‘fortalecendo’. O Sagrado Feminino oferece ensinamentos sobre o corpo da mulher, o seu emocional, os ciclos femininos físicos e psíquicos, orienta como a mulher pode re-harmonizar-se, integra-se com a natureza e com o plano espiritual.

Sagrado Feminino é um resgate e ao mesmo tempo uma reorientação de uma sabedoria natural e antiga que reintegra aos valores do feminino como um todo, no campo social, pessoal, psicológico, religioso, espiritual, cultural, educacional, etc além de um encontro com uma consciência ecologicamente e eticamente correta.

O movimento do Sagrado feminino, que nas ‘palavras’ femininas usamos o termo Divina Feminina, começou a se fortalecer devido a uma urgência de mudança na percepção de mundo que ficou muito restrita a uma visão masculina e, por causa da exclusão e repressão do feminino, acabamos por vivenciar fortemente um masculino negativo. Essa visão exclusivista levou a perda dos valores femininos, aqueles relacionados ao cuidado, saúde integral, educação, relacionamentos, ‘comunidade’, união, ecologia,  arte, espiritualidade natural etc.. acabando por se valorizar e se priorizar apenas questões de aparência, dinheiro, economia, poder externo, imperialização que gera guerras, discórdia, competição, exploração de pessoas e da natureza. A prioridade acabou ficando focalizada no exterior, no material e físico esquecendo o interior, a alma e enfim, o espiritual, a consciência.

Neste caminho também se destaca o movimento feminista que buscou reintegrar a mulher nas decisões da sociedade, estabelecer seus direitos como ‘humana’ promovendo seu poder na sociedade, com o seu direto a voto, e outros direitos de igualdade. Assim elas voltaram a fazer parte da política, da economia, da arte e cultura etc, um direito retirado há tempos pelo patriarcado, porém a influência dessa ‘percepção’ masculina carrega suas marcas até hoje.

As mulheres que procuram, ou melhor são atraídas para o sagrado feminino, muitas vezes são aquelas que sentem um chamado interior ou até mesmo um sentimento de ‘saudade de ser uma verdadeira mulher feminina’. Ela não se satisfaz mais com a rotina, as tendências de moda, de trabalho, de regras de um ‘falso feminino’. Algo lhe falta, algo em seu interior e isso logo ocorre em todas as mulheres. É um auto chamado com sua essência, com suas verdades e sua plenitude que se inicia integrando com sua mestra, sua guia interior: sua deusa ou shakti (princípio feminino) interior. Porém, devido a familiaridade com as crenças do patriarcado, as vezes a mulher não consegue, de início entender o que isso realmente significa.

O sagrado feminino e divina feminina é a espiritualidade feminina e não é dependente de nenhuma antiga, presente ou futura religião, mas pode e deveria estar integrado a todas as religiões. O Sagrado Feminino ou a espiritualidade feminina não tem dogmas, regras ou crenças religiosas ou morais (mas tem ética natural) das quais se precisa acreditar e cumprir. o ideal é que se acredite na feminilidade sagrada existente em todas as mulheres, mesmo que ela tenha reprimido-a muito, mesmo que ela siva o patriarcado. entro dela há a ‘feminilidade essencial’. Por isso a mulher deve aprender a escutar sua própria voz (a vós de sua guia, mestra ou deusa interior) e seguir esse poder interior. O próprio ‘feminino essencial’ integra todos os arquétipos femininos e seus subarquetipos, mesmo que um ou alguns poucos sejam os mais proeminentes definindo a personalidade da mulher. Estes arquétipos são externalizados, manifestados, muitas vezes como ‘divindades’ femininas.

Quando a mulher passa a enxergar em si essa manifestação da própria Mãe Terra, Mãe Natureza, o arquétipo da geradora e nutridora, ela percebe em si os ciclos iguais aos da terra, entende e fica receptiva a grande energia criativa e fértil que flui no corpo e na mente. Isso começa mudar sua consciência, sua auto confiança, auto estima e seu poder interior. Esta é a grande força do sagrado feminino, fazer emergir a essência, redescobrir a história, a cultura, a sabedoria e poder ancestral esquecido. Fazer a mulher se familiarizar com a essência divina interior, compreendendo e aceitar os ciclos naturais do seu corpo, sua mente e sua alma.

As mulheres que seguem essa antiga e eterna tradição ou ‘sabedoria natural’ que inclui intuição, cura, interação, energias cíclicas de criação, sustentação e transformação, conexão com as forças da natureza,poderes e consciências superiores; quebram os padrões e realinham-se suas raízes e ao proposito superior da feminilidade auxiliando e promovendo a cura do planeta e do coração humano, auxiliando nessa nova vibração e ciclo evolucionário planetário.

A mulher integrada a sua feminilidade sagrada age sabendo que ela e todos fazem parte de uma mesma teia planetária e cósmica.  O uso de rituais, consagrações, simbologia ou mitologia, pode ajudar algumas mulheres a conectarem, manterem e potencializarem sua conexão com esta rede, porém cada mulher, desde que bem conscientes, podem seguir suas próprias práticas e chegam ao seu encontro profundo da forma que mais se sentirem a vontade. Com o reconhecimento da feminilidade sagrada, esta mulher percebe a necessidade de estar reunida a outras para que, juntas, possam realizar os propósitos mais superiores. Desta forma ela é atraída pela energia poderosa do feminino sagrado, de shakti que une as mulheres mais conscientes que, aí sim com práticas muito conscientes e poderosas poderão transformar o mundo externo e ajudar a transformar o mundo interno.

O reencontro com a guia, a mestra ou deusa interior, ou seja, com o sagrado feminino, a feminilidade sagrada ou essencial é uma tradição natural herdada por todas as mulheres, mesmo que elas ainda neguem ou distorçam. É o sexto sentido ‘feminino’, a inspiração, é canção divina, o chamado para a ‘magia’ pura, a premonição, o poder de um oráculo, o poder de cura, de autotransformação, a luz, o calor, o impulso de totalidade, de plenitude.

O reconhecimento do Sagrado Feminino ou feminilidade essencial é uma responsabilidade e um presente às mulheres para que reencontrem sua essência ancestral e profunda conexão com os arquétipos, as faces, ciclos e energias da Grande Mãe, Irmã, Companheira e Sacerdotisa Divina.

As mulheres não precisam se desligar do mundo tecnológico, das rotinas ou da familiaridade convencionais, mas precisam se apegar tanto a ele, não deveria entregar-se mais a ele . Não deveriam realmente viver de aparência, de convencionalismos, de manipulações e sim  reencontrar a si próprias, se interiorizando, percebendo melhor seus instintos, suas verdadeiras vontades e seus ciclos femininos. Isso ajudará a reintegrar uma nova consciência.

Esse despertar para a consciência de si mesma inicia e fortalece a transformação da supremacia patriarcal (radical) – repressora e cheia de regras, de convencionalismos, de exploração, manipulações, destrutividades – para a um mundo mais afetivo, criativo, artístico, unido, espiritual, confraterno. Este mundo não é o mundo matriarcal, mas o mundo onde feminino e masculino se completam, onde o melhor de um se integra ao melhor do outro.

A mulher pode reconhecer, naturalmente, sua essência feminina, sua guia, mestra ou deusa interior. Pode acontecer após diversas vivências espirituais, mas, no mundo complexo e cheio de muitas influências negativas patriarcais, isso não é algo muito comum. Assim, o conhecimento sobre a Sabedoria e Práticas do Sagrado Feminino pode ser conseguido através de livros, cursos e, principalmente a vivência em “círculo de mulheres”, onde é possível realizar praticas especiais da feminilidade sagrada. Quando em contato com essa verdadeira sabedoria, as mulheres vivenciam um percepção diferente e muito mais ‘verdadeira’ sobre si mesmas, tanto em seu corpo físico, como emocional e mental, a sintonia com seus ciclos e com seus papeis no mundo (com a família, com o companheiro, com o trabalho, como cidadã etc). Vive-se uma constante veneração às ‘Deusas’ (e Shaktis) internas.

SAGRADO FEMININO na cura do corpo e da alma – Autoestima e autoreconhecimento

No Sagrado Feminino, mulheres de todas as culturas, religiões e crenças aprendem a se desvincular de padrões de beleza e regras pré-estabelecidas pela sociedade. Elas descobrem como se amar exatamente como são em essência, seu vínculo com a mãe terra, com o mundo espiritual e passam a se enxergar como verdadeiras deusas e sacerdotisas. Isso é claro, mas foi esquecido….. pois o poder de gerar, de parir, de nutrir, o poder de amar incondicionalmente, o poder de intuir são poderes naturais das mulheres.

Nesta filosofia de vida do sagrado feminino, as mulheres passam a entender e reintegrar-se aos seus ciclos naturais (a puberdade, a maturidade e sexualidade, ao amor, a gestação, o parto e a nutrição e educação dos filhos). Há uma maior aceitação e reconhecimento da naturalidade feminina coisas, seu histórico de vida, vontades e capacidades. Aprendendo a se conhecer de forma mais profunda e a aceitar os acontecimentos da vida e a si mesma, as feridas começam a ser curadas e as mulheres passam a ser mais felizes, amáveis e únicas. No entanto, não são induzidas a serem radicais ao viver esses períodos ou exercer determinadas funções.

Você descobre, então, que ser mulher não significa ter um parto natural, amamentar ou se sentir bem na própria pele quando está grávida. Na verdade, o objetivo é entender como você traz seu amor e feminilidade para todas essas fases da vida.

Não basta nascer mulher, nascer com um corpo de mulher, tem que trazer o poder dessa essência feminina.

O Despertar do Feminino é o despertar da sua essência real, da feminilidade sagrada. Descobrir suas verdades interiores femininas. ‘A verdadeira mulher se descobre interiormente, e segue o caminho plenamente consciente de si. Ela tem desperto o poder interior, sua energia interior, sua essência, suas virtudes e o reconhecimento e aceitação das suas sombras. Quando uma mulher é sincera consigo mesma, se descobre por inteira até mesmo suas sombras e aprende a lidar com amor com elas, então essa mulher irradia luz, carisma, força, que beneficia ela mesma, e todos que estão ao seu redor. ‘
Para ser uma mulher assim, então está na hora de descer ao seu mundo avernal, ao seu mundo inferior, ou seja, vai se encarar como realmente é. Realize a prática de Perséfone, e a faça hoje, não se suborne não deixe para amanhã o que pode fazer hoje, a vida não nos dá tempo para nos deixar de segundo plano.
O Sagrado Feminino evoca a concepção de que a Divindade está também na vida manifesta, na matéria, em toda a natureza, nos animais, nos ciclos da natureza, nos seres humanos e na sexualidade. O Sagrado Feminino, propõem uma reverência para toda a manifestação de vida e uma comunhão com a Divindade por meio das experiências pessoais verdadeiras, dos processos de crescimento, em todos os ciclos de vida, trazendo de volta a percepção de que toda forma de vida faz parte de um todo.
O momento que estamos vivendo passamos por uma ameaça de extinção por desrespeito a vida, ao divino da vida. Resgatar  o aspecto Sagrado do Feminino numa atitude de reverência e respeito com o meio em que vivemos e com as relações é simplesmente algo urgencial.
Os sistemas espirituais patriarcais deixaram de lado a teia da vida e negaram a percepção de que cada pequeno organismo com sua essência tanto masculina como feminina são interligados entre si e com a Origem, a Grande Verdade, pois não há espírito sem matéria, e matéria sem espírito.
As mulheres  têm um papel fundamental quando, através de sua natureza essencial, ela tem acesso fácil a essa energia, na medida em que se fortalece e se nutre dela. A mulher começa a fazer isso se conectando a natureza: plantas, árvores, pedras, cristais, minerais, a própria terra  (o barro, a argila), também aos animais e ao próprio humano estabelecendo o cuidado, o carinho, a conexão interior, a união.  Ela também faz isso quando se conecta com seu corpo, respeitando seus ciclos de vida, aceitando-os, e também reintegrando-o a essência feminina, através das danças de cunho feminino (geralmente ancestrais), da música (e instrumentos) ancestral que liga seu corpo a natureza. Também se reconecta através dos verdadeiros mitos, não os mitos e contos deturpados e manipulados pelo patriarcado. A conexão também refere-se a respeitar  os ciclos internos e externos, as estações (e meia estações), as lunações, a relação com astros e estrelas, a relação com os elementos (terra, água, fogo, ar, éter-espaço/tempo) e om os ‘arquétipos’, os princípios do feminino. Tudo isso está interligado, assim quando se abre, se torna receptiva e inicia o caminho se conectando a uma destas ‘forças’ inicia-se um processo de conexão com tudo e todos, mas precisa querer, precisa estar receptiva, generosa e ter muita gratidão a tudo e a todos e ao Todo.
O corpo, a natureza, os instintos são guias, assim como outras mulheres que isso já encontraram também podem ser guias, e um grupo de mulheres que buscam a essência, sem elevar seu ego, também é um guia. Um círculo de mulheres é uma ação efetiva, um círculo que faz lembrar e reconectar de poder feminino, o lugar Sagrado no mundo. Recordar e reintegrar os dons, a natureza circular de união,  nutrição e cura, cura da alma.
Para reconectar o sagrado, cada mulher pode, individualmente,  praticar observando suas experiências de vida e escolhas a partir delas, seus sonhos e intuições e também sua ação em relação a eles. Deve escutar a profundidade de si mesma o tempo todo, deve ver através das convencionalidades e manipulações, deve confiar em sua natureza e na natureza essencial ao seu redor e se ligar a ela sempre que puder, para, em um momento conseguir se religar a ela novamente e ter o poder de volta. Este poder é pessoal, global, natural, mágico, espiritual….
Reconhecer-se a mesma é a melhor forma de iniciar o conhecimento da toda a realidade e, por isso é o passaporte para a liberdade. Quando se consegue ser livre, se possui Poder, e o primeiro poder é o de discernir o que é de verdade, daquilo que tem sido imposto por vias externas, por manipulação.

Quanto mais próxima do natural, mais próxima do Sagrado. Quanto mais profundo ir em si mesmo, mais próxima estará do sagrado.

A mulher precisa recomunicar-se com seu corpo, ouvir o que ele precisa e dar a ele saúde e contentamento, com a religação com natureza, com o movimento feminino (da dança, do carinho, da união sagrada) Ela precisa se recomunicar com seu coração, seus desejos, sua intuição, e até mesmo com sua sombra, pois é de lá que vem o poder mais profundo (que está aprisionado, reprimido, não descoberto).  Deve reavaliar sua saúde psíquica, percebendo seus pensamentos, seu comportamento, seus sonhos, seus medos e tristezas.  Deve observar seus sonhos e visões (caso se abra para elas, e isso deve ser feito!).
O retorno do Sagrado Feminino é um movimento de redenção pois dá um fim a negação da verdade, dá fim a  desonra a natureza, ao corpo e à sexualidade, dá fim a expressão do Divino pela metade, que leva a nada.
Mas a reativação do Sagrado Feminino nos leva a responsabilidade individual e global porque se o Divino está também na vida manifesta devemos cuidar e respeitar a vida como um todo, seja do jeito que ela for.
O Divino, o sagrado está em todos nós, por isso depende de cada um de nós, do pensamento a aos atos, das escolhas, do aqui e do agora, dos relacionamentos. Mas ela se torna mais e mais presente ou, melhor, realizada no Amor, união divina, na compaixão, na confraternidade vividos pelo seres.

O Redespertar do Sagrado Feminino:

O princípio feminino, no início da história da dessa humanidade, era, reverenciado como a do poder primordial criador, sustentador e transformador (ou destruidor, para renovar a criação) manifestado. Esse poder era compreendido como algo que fluia através dos corpos de todos os seres (‘inanimados’ ou ‘animados’, ‘visíveis’ ou não) existentes na Natureza. No reino humano, as mulheres é que eram o gênero considerado sagrado (ou mais sagrado) por expressar em seu corpo e alma esse princípio (feminino), pela capacidade de gerar a vida, cuidar, acolher, nutrir, educar, também por sua sua intuição, sua magia interior vinda da intimidade com a natureza, da capacidade de sonhar desperta (e despertar nos sonhos e de receber informações por eles) devido o poder de atração e de comunicação (com o anímico e espiritual).

Mas, por motivos não discutidos neste texto, a mulher desconectou-se de sua essência e perdeu sua relação ‘divina’, com isso a natureza também foi despresada e tudo o que era considerado ‘feminino’ deixou de ser sagrado e deixou de ser respeitado para ser dominado. Agora, uma gama de seres humanos estão mais detentores de mais individualidade, desenvolvimento mental, de mais consciência, sendo possível retomar, porém num nível ainda maior, mais efetivo, a  pode ser rapidamente nutrida e vivificada com nossa energia e intenção.

Se reunindo em círculos femininos cria-se espaços sagrados dá a oportunidade de conexão com outras mulheres, um espaço tempo sagrado de união, onde deve-se deixar de fora o ‘ego’ os medos, as convencionalidades, e aprender a conviver para um bem comum, trocando experiências, conhecimento, sabedoria, idéias e ideais, possibilitando o redespertar, da divindade que existe no interior de cada mulher.

A contemplação da natureza em todos os seus detalhes e a dança (principalmente ancestrais) são as formas mais básicas de acessar diretamente essa potencia feminina. Através de movimentos que nascem do intimo criativo, comunicativo e atrativo da mulher, de seus pé e seu ventre,  que se conectam com a terra e a ela retornam porém se reativando e ampliando seu escopo, fazemos a energia fluir pelo e dos corpos físico, etérico e astral, nutrindo cada parte com beleza, e sacralidade, deixando que a energia reprimida, esquecida, deturpada (sensações, percepções) venha a consciência, pelo corpo, trazendo a vida à poderosa força que ficou adormecida em nosso inconsciente. Outra forma de redespertar são através de praticas rituais de purificação, de revitalização e redirecionamento da energia esssencial, de reidentificação com a feminilidade sagrada, com o Grande Feminino: a mãe Terra, a avó Lua, a irmã Vênus, as madrinhas Pleiades etc….

Sagrado Feminino

de: CarolShanti

A Mulher por muito tempo – e ainda, viveu em uma sociedade que a apontou e ridicularizou o seu poder. Implantando em seu inconsciente que a mesma era fruto proibido do Jardim do Éden, fazendo com que fosse gerado em seu campo emocional marcas que a flagelam e à deixam presa em um mundo de submissão e auto discriminação. Colocou a mesma em um papel de vitimização, fazendo com que criasse um padrão mental de servidora, negando o seu feminino e deixando de ocupar o seu verdadeiro lugar.

Quando a mulher começa entrar em contato com o mundo do Sagrado Feminino, ela começa a perceber e reconhecer o seu poder pessoal.

A pergunta de muitos ainda é: O que é o Sagrado Feminino?

O Sagrado Feminino é um mundo de mistérios e clareza. É permitir que a mulher e não só ela, mas ambos os sexos despertem em seu interior a energia feminina.

Todo ser humano traz dentro de si duas polaridades: masculino e feminino, yang e yin. Com a era patriarcal, explorou-se o masculino anulando a energia feminina, criando uma sociedade que há todo momento compete pelo poder, robótica e mental. Perdendo-se a energia do Amor, da Compaixão e do Respeito mutuo, é necessário que essas duas polaridades estejam equilibradas para o ser humano estar em paz.

Conscientizar-se e buscar esse conhecimento é dar os primeiros passos em um mundo novo , aonde começa-se a perceber que a mulher é cíclica e os seus ciclos como donzela menina menarca (1° menstruação), despertar da sexualidade, despertar do amor humano, gravidez, menopausa e idade sábia são processos naturais. Quando passa-se à entende-los dessa forma ela não mais os recrimina, aceita-os ,e não mais coloca-se em um papel de vitimização e de sentir-se o patinho feio da lagoa. Ela não mais se sente inferior, suja, estranha ou culpada por sangrar. Ela passa a ver a sua menstruação como um processo fisiológico e natural, lembrando que esse também é parte da sua sexualidade.

A sua sexualidade passa a não ser mais objeto de vulgarização, mas sim do seu poder e de seu conhecimento.

Despertar o Sagrado Feminino, é deixar a Mulher Sábia, a conhecedora de si nascer. É conhecer-se e adentrar em um mundo de amor próprio, aonde respeita-se o seu mundo interior e com isso o seu exterior.

É conectar-se e religar-se com a energia feminina que existe no Universo; a Mãe Natureza, aquela que gera, cria, nutre e há vida em tudo.

Quando a mulher permite essa conexão com a Mãe Natureza, ela começa entender que como há ciclos na mesma, em sua vida esses também serão constantes. Aceitar esses ciclos, é conhecer-se, entender-se e assim libertar-se de emoções reprimidas, medos e apegos.

É válido lembrar que os problemas relacionados ao útero, ovários, a sexualidade e a saúde da mulher tem a sua origem nessa carga emocional que ela carrega por anular-se e rejeitar-se.

Despertar o Sagrado Feminino é um processo de conhecimento, aceitação e respeito. É Despertar a consciência do Amor e dar à si de presente uma nova vida e um novo aconchego.

As mulheres precisam voltar a resgatar a sua origem, relembrar o que nossas ancestrais nos deixarem, reunir-se em círculos, curar-se umas as outras, religar-se a Mãe Terra e assim despertar uma nova consciência do que é SER MULHER !”

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Sagrado Feminino

Which One Of The 12 Feminine Archetypes Are You? | Mother ...Fonte: Celi Coutinho in Sinte:

O termo Sagrado Feminino vem conquistando a nossa atenção. Certamente há um lugar dentro de nós mesmos que exige que nos alimentemos de algo maior o qual às vezes não se sabe bem como acessar.

O Sagrado Feminino é a conexão mais profunda que não é alimentada simplesmente pelo o ato ter fé e sim com o fluxo do religare, ou seja, equilibrar as nossas energias masculinas e femininas, e transferir esse equilíbrio em todas as áreas de nossas vidas, incluindo a nossa espiritualidade.

Este processo exige concentrar na individualidade, o feminino é a conexão com a unidade divina. A perspectiva masculina é o obter a força de execução, que é o poder de ação.

A integração do Sagrado Feminino em nossas vidas é o equilíbrio das energias femininas e masculinas que proporciona o ampliar da nossa visão essencial para o nosso amadurecimento contínuo emocional e espiritual.

É tempo de acolher e honrar o poder e liderança de energia Sagrada Feminino dentro de todas as mulheres e todos os homens. Devemos primeiro equilibrar as energias em relações com as mães, avós, irmãs e da linhagem de nossa ancestralidade.

Honrar a energia Sagrada Feminino dentro de nós, ao nosso redor cultural e existencial mudará as relações serão certamente ajustada e a nossa responsabilidade como homens e mulheres serão harmonizados.

Com os princípios do Sagrado feminino nos rendemos a tudo e saberemos instintivamente que a ligação entre a escuridão e a luz, a dor e alegria, na doença e na saúde é simbiótica. Não podemos ter um sem o outro.

Trabalhar o Sagrado Feminino nos encoraja ter o coração aberto e permitir que as nossas feridas sejam “curadas”. Nossas feridas internas e a sombra nos impede normalmente de acessar o nosso talento. E o contato com a perspectiva do Sagrado Feminino elimina a escuridão, trazendo a deriva a felicidade e o prazer de Ser e de está consigo mesmo.

Vários grupos se utilizam o formato para aderir ao fluxo do Sagrado. Bastante conhecido nas rodas xamânicas exclusivamente à mulheres.

Mas este não é um legado somente feminino. Ao masculino também. Interagindo e conhecendo suas forças intuitivas.

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O mundo de hoje exige muito de todos. As mulheres desenvolveram uma expressão masculina, acreditando ser a forma ideal para se posicionar diante dos desafios. Com isso, atrairam diversos questões para suas vidas, como por exemplo, ausência de um companheiro, problemas no sistema reprodutivo, sobrecarga no trabalho. O resultado dessa distorção trouxe um reconhecimento da sociedade no ambiente professional, mas uma sensação de vazio, de angustia, por estarmos no papel errado.

Existe maneiras de reaproximar  dessa essência feminina através de práticas antigas e métodos modernos.

Nosso corpo será nosso guia para esse reencontro, com práticas de yoga, movimentação corporal, meditação, reflexão, roda de mulheres e conversas que nos trazem de volta para nosso eu interno. Você aprenderá sobre sua anatomia, seus hormônios e os ciclos que ocorrerão ao longo da sua vida.

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Divino Feminino

silenceforthesoul: "Soul of the Universe " | Mystical art ...O (reativaçao …) ressurgimento do Sagrado Feminino nos traz uma nova visão espiritual. A espiritualidade centrada no culto à Deusa implica no respeito à natureza e à vida em todos as suas manifestações, no cultivo da compaixão e aceitação nossa e dos outros, no reconhecimento da intuição e sabedoria existentes – mesmo que latentes – em todos nós, na celebração alegre da unidade com toda a criação.
Para sentir o poder da Deusa, comece a perceber o sagrado em tudo que a cerca, em cada dia, em cada lugar. Talvez precise de algum tempo para notar e experimentar conscientemente momentos, vivências, encontros, que antes passavam de forma fugaz sem que você percebesse o seu valor. Adquirindo uma nova consciência a sua vida torna-se mais rica, um acontecimento ou encontro não mais é algo fortuito, as “coincidências” passam a ser facetas da sincronicidade cósmica.
A mulher tem um enorme poder dentro de si. Não é o poder sobre alguém ou contra alguém, é o seu poder inato e ancestral, a sua intuição, percepção, compreensão, compaixão, criatividade, amor e conexão – consigo mesma, com os outros, com o Divino.

Nas antigas tradições e culturas o poder criativo e renovador da Deusa eram o símbolo da própria vida, a Terra e a mulher eram consideradas sagradas sendo suas representações. Nos cultos e mistérios femininos honravam-se os ciclos eternos que marcavam a vida do renascimento à morte, e desta para um novo início através do renascimento. Vida e morte eram interligadas de forma misteriosa e divina, competindo às mulheres as tarefas de recepcionar e cuidar da vida (como parteiras, mães, curandeiras), assistir e auxiliar as transições (como xamãs e sacerdotisas) e servir como intermediarias entre o humano e o divino (profetisas, oráculos).

O poder da Deusa possibilita a expansão do potencial emocional, mental, criativo e espiritual inatos em cada mulher. O poder da mulher está na sua sabedoria, a compreensão intuitiva, imparcial e sábia dos processos e das surpresas da vida. Nem toda mulher pode ser jovem, bonita, culta, rica, mas todas as mulheres podem se tornar sábias, permanecendo serenas no meio do tumulto.

As mulheres que almejam o poder da Deusa cultivam uma forma diferente de espiritualidade, buscando expandir sua consciência, honrando a vida em tudo ao seu redor e transformando o mundano em sagrado. A chave para a transformação espiritual é o enriquecimento e o aprofundamento de sua vida interior, podendo assim acessar e confiar no seu Eu Superior.
Para nutrir e embelezar nossas vidas podemos usar inúmeros recursos, simples ou elaborados, como alguns dos seguintes:

1. Crie um espaço sagrado no seu lar, não somente através de um altar, mas usando sua inspiração, imaginação e amorosidade para que todos se sintam bem, protegidos, nutridos e amados;
2. Crie momentos sagrados – para si mesma ou compartilhando-os com amigos e familiares – caminhando na natureza, ouvindo música suave, jantando a luz de velas, lendo textos que nutram a alma, enriqueça a sua mente e elevem o espírito;
3. Entre em comunhão com a natureza, honrando a Deusa em todos os seus aspectos e manifestações. Não basta encher sua casa de plantas se você não entrar em contato real e profundo com a terra, a chuva, o vento, as nuvens, o Sol, a Lua, os animais – seus irmãos de criação;
4. Respire e consagre seu corpo como a morada da sua alma durante esta encarnação. Procure viver de forma saudável, fazendo suas opções com consciência, sem se agredir e sem culpar – a si ou aos outros – pelos seus problemas ou compulsões. Coma bem para viver melhor. Observe suas fugas e compensações, cuide da sua “criança” carente ou ferida ajudando-a a crescer, curando-a com amor e dando-lhe os meios adequados para se tornar forte e auto-suficiente;
5. Manifeste sua criatividade – escreva, borde, pinte, desenhe, faça colagens, modele argila, cante, recite, dance, aprenda algo novo, componha um poema ou canção, faça pão, comece um diário de sonhos. A mulher que não dá vazão construtiva à sua imensa capacidade criativa pode torná-la em energia destrutiva – contra si ou contra os outros;
6. Coloque em prática os ensinamentos espirituais. Não se contente em ler inúmeros livros ou participar de cursos e workshops se você não pratica aquilo que aprendeu. Para mudar, precisa viver de forma consciente, reconhecer e transmutar seus pensamentos negativos e ser sincera nas avaliações – suas e dos outros. Todas as experiências dolorosas da vida são aprendizados cujas lições podem contribuir para sua transformação. Algumas mensagens levam momentos para serem assimilados, outras, meses ou anos. Quando começar a compreender o significado dos acontecimentos da sua vida, você começou a crescer de fato e assim poderá abrir novas portas na sua vida, se usar a chave certa;
7. Encontre o equilíbrio entre o falar e o silenciar, se movimentar ou se aquietar. Procure se relacionar com pessoas que compartilham das mesmas buscas e que têm o mesmo nível vibratório. Participe de círculos de mulheres em que possa encontrar apoio para a sua jornada espiritual, em que possa confiar para expressar suas dores ou suas conquistas. Celebre a Deusa sozinha ou em grupo, encontrando assim a verdadeira fonte de seu poder, da sua cura e transformação. Cultive a Deusa dentro de você reconhecendo a sacralidade do seu corpo, da sua mente, das suas emoções, da sua vida. E ao reconhecer a Deusa dentro de si, você se tornará uma com Ela.

por Mirella Faur in www.sitioremanso.multiply.com

O que você irá aprender?

YOGA PARA MULHERES

O que é yoga para mulheres? Por milhares de anos, o yoga tem sido passado de homens para homens. Só nos últimos 100 anos ele se tornou acessível para o sexo feminino. E agora a maioria das praticantes são mulheres. Como adaptar a poderosa prática de yoga de modo a respeitar e fortalecer a nossa contribuição única para o planeta como mulheres? Como podemos cultivar, respeitar e honrar profundamente nossos ciclos e fases da vida através da prática de yoga?  Como podemos empoderar nossas práticas para incluir a feminilidade?

RODA DE MULHERES

A grande queixa moderna é uma sensação de solidão e isolamento. A grande resposta para isso é a roda. Através da roda, vemos um pouco de nós em cada história e temos o privilégio de viver fases da vida das mulheres, das mais jovem as mais experientes. Assim, construímos uma rede de suporte e afetividade, começando em nós e fluindo até o próximo.

OS CICLOS DAS MULHERES

Respeitar a natureza da mulher é viver em harmonia com a transformação, com seus ciclos. A vida de mulher está constantemente em fluxo. Aprender a conhecer os fluxos é uma grande ferramenta e guia para resgatar a sabedoria. Começamos entrando na menarca, continuamos possivelmente com a maternidade e entramos no climatério e, por fim, menopausa. Temos nossos próprios ciclos – primavera, verão, outono e inverno. Todos esses períodos tem suas qualidades e desafios que precisam ser vividos, desfrutados e potencializados.

SEXUALIDADE E ESPIRITUALIDADE

Nós fomos ensinados que quanto mais sexual somos, menos espiritual somos. Como podemos acessar todo o poder que a sexualidade nos traz, de modo a estarmos cada vez mais ligados à nossa espiritualidade? Vamos explorar esse delicado território abordando todos os aspectos de nós mesmos, incluindo nossa sexualidade através da percepção do Sagrado.

MATERNIDADE

Mundialmente, as mulheres estão adquirindo cada vez mais papéis. Entramos em uma posição de supermulher, e ser mãe é uma dos maiores desafios. Como mantemos nossa individualidade e identidade como mulher quando temos filhos? Como achar equilíbrio entre trabalho e família? O que fazemos com toda a sobrecarga adquirida ao longo de nossos anos? Quais sãos as consequências da maternidade precoce para a mulher moderna?

MAPEANDO O ASSOALHO PÉLVICO

A prática feminina é totalmente incorporada. Para as mulheres o útero é o segundo coração (ainda que tenha sido retirado, a energia do orgão permanece). Entrar em contato com nosso sistema reprodutivo e orgãos sexuais faz parte de uma prática plena para a mulher, onde ela tem acesso a todo seu poder inato.

MEDITAÇÃO

A própria meditação foi criada e passada por homens num ambiente onde genero é considerado irrelevante. Mas não é só o corpo físico de mulher que é diferente que de homem, seu sistema energético também é diferente. Como mulheres, precisamos conduzir a energia de cima para baixo e conectar com a Terra e usar meditação para despertar a própria intuição.

“A espiritualidade centrada no Sagrado Feminino proporciona uma nova visão da Terra e da mulher. Propondo a renovação individual, coletiva e global e a expansão da consciência.” – Mirella Faur

“Grupos conduzidos por e para mulheres são nosso refúgio psíquico;
nosso local para descobrirmos quem somos
ou o que podemos nos tornar como seres integrais e independentes.
Em algum momento em nossas vidas,
cada uma de nós precisa de um território livre.
Um pequeno território psíquico.
Você tem um?”
Gloria Steinem
“O processo de criação de uma nova cultura onde pode, beleza e mistério coexistirem não é algo que possa ser adiado. Para tal precisamos nos engajar na jornada interna que leva à profunda transformação do registro patriarcal na psique feminina.
É um privilégio estar viva como mulher neste momento crucial de despertar. Você é parte desta re-emergência, eu também sou. Isto está acontecendo nos mais diversos contextos culturais. É um fenômeno global.”
May East
“O Círculo é um princípio e também uma forma. Ele age contra a ordem social, a compartimentalização, superior/inferior, a hierarquia que compara uma mulher às outras. (…) Cada mulher, em cada círculo, que se transforma através de sua experiência nele, leva estas mudanças para outras relações. Até que, em um determinado dia, um novo Círculo se formará e ele será o Milionésimo Círculo – aquele que faz a diferença – e nos levará a uma era pós-patriarcal.”- Jean Shinoda Bolen, O Milionésimo Círculo
 “As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente a sua natureza receptiva. Ao confiar nos ciclos dos seus corpos e permitir que as sensações venham à tona dentro deles, as mulheres vêm sendo videntes e oráculos de suas tribos há séculos. As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar umas às outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade”.
Jamie Sams

A busca pelo equilíbrio

Editado de: https://www.thegoodtrade.com/

 

O feminino divino revela que é um padrão profundo que se estende além de um sistema de crenças – é uma lente espiritual, que nos convida a equilibrar nossa perspectiva.

As raízes do feminino divino

“ O feminino divino é o conceito espiritual de que existe uma contraparte feminina para as estruturas de culto patriarcais e masculinas que há muito dominam as religiões organizadas. ”

O feminino divino é o conceito espiritual de que existe uma contraparte feminina para as estruturas de culto patriarcais e masculinas que há muito dominam as religiões organizadas. O conceito não é que “homens e mulheres” sejam opostos, mas que existem energias complementares dentro de cada ser que podem ser representadas por vários símbolos e figuras. Mas o falso “binário de gênero” evoluiu para uma ferramenta para divisão e muitas abordagens coloniais de gênero têm desvalorizado o feminino em sistemas de crenças nativos e sociedades matrilineares .

“Eu diria que as referências populares gerais ao” Feminino Divino “existem hoje em um contexto de trabalho para corrigir as percepções de um desequilíbrio espiritual de gênero”, diz Amy Hale , antropóloga e folclorista que escreveu extensivamente sobre espiritualidades pagãs e esotéricas. “Claro, o que chamamos de ‘O Divino Feminino’ tem uma série de manifestações modernas e uma longa história religiosa em todo o mundo. As deusas eram adoradas extensivamente nas religiões politeístas mais ancestrais e estão fortemente representadas nos contextos romano, grego, africano e egípcio. No hinduísmo, as deusas ainda são adoradas e o budismo tântrico e o hinduísmo tântrico têm um foco específico nas divindades femininas. ”

A Dra. Hale observa que nas religiões abraâmicas patriarcais, como em meus primeiros anos estudando o catolicismo, o Feminino Divino sugere que há um componente feminino na Trindade (algumas linhas até reconhecem o Espírito Santo como feminino, mas não todas). “Alguns vêem a adoração de uma Deusa como uma ajuda a reequilibrar questões culturais negativas trazidas por séculos de ênfase em um Deus masculino”, diz Hale.

Sobre sexo ou gênero

A ideia de que “homens” eram encarregados de liderar enquanto uma “mulher”, era encarregada de aceitar suas decisões parecia, de muitas maneiras, contra-intuitiva para o que eu li como a mensagem subjacente da religião em que a maioria criada. (O inclusivo e poderoso édito “ame ao próximo”, que ainda abraço.) Em vez disso, as energias masculinas e femininas são onipresentes em todos os ambientes, todos os momentos e dentro de cada pessoa individualmente. Como seres humanos não somos somente feminino ou masculino –  somos ambos, e existe um equilíbrio entre nossas energias que muda e evolui.

Algumas das iterações atuais do feminino divino surgiram do Movimento das Deusas na década de 1970, mas esse conceito existe desde o início da espiritualidade humana. Leituras e recursos atuais sobre o tópico se concentram fortemente em mulheres, mas os homens (ou homens) podem também incorporar o feminino divino em suas vidas também.

Os sistemas construídos sobre essas crenças não conseguem realmente explicar a ampla gama de experiências humanas que contribuem para o equilíbrio de nossas comunidades.

O feminino e o masculino não são energias singulares e isoladas – em vez disso, existem em equilíbrio, ou melhor devem coexistir. Por exemplo, na filosofia chinesa antiga, Yin e Yang, Shiva, Shakti são um equilíbrio entre negativo e positivo, passivo e ativo, feminino e masculino. Mas as duas energias dependem uma da outra – observe como o símbolo não corta bruscamente em uma linha reta no meio. As formas em preto e branco giram dentro e fora umas das outras em harmonia, mudando, fluindo e abrindo espaço para todas as versões possíveis de equilíbrio.

Examine as maneiras como defendemos as dicotomias – e como ambos são interconectados e essenciais. Considere as maneiras como os lados direito e esquerdo de nosso cérebro trabalham juntos em harmonia (e têm sido tradicionalmente, vinculados aos lados criativo e lógico da personalidade, respectivamente).

Há tanto tempo empunhamos a espada que nos esquecemos de tomar um gole do cálice para restaurar, trazer vida, estimular o crescimento.

“Eu imagino que abraçar o divino feminino significa examinar a nós mesmos de forma honesta e holística para encontrar o equilíbrio que funciona para nós como indivíduos. Encontrar as pontas afiadas e amolecê-las, encontrar as partes mais frágeis do nosso coração e estabilizá-las e apoiá-las. ”

Deusas e arquétipos femininos

A energia feminina está ligada, na base à fertilidade, mas, novamente, não precisa ser reduzida à reprodução humana. O crescimento, seja espiritual, físico ou emocional, celebra uma energia feminina em que damos vida a algo que não existia antes. (muitos dos ensinamentos que recebemos quando criança enfocavam as mulheres como devendo ser castas e puras, em vez de abundantes e férteis, uma linha de ensino que atribui-se especificamente a um sistema de crenças patriarcal com o propósito de negar às mulheres e à feminilidade de seu poder real)

Arquétipos de feminilidade e fertilidade de todo o mundo e ao longo da história são abundantes, e a exploração do Feminino Divino assume muitas formas históricas, antropológicas, espirituais e culturais. Aqui estão algumas deusas, divindades e espíritos sobre os quais podemos aprender mais à medida que nos cultivamos:

  • Freyja , antiga deusa nórdica

  • Oxum , orixá do povo iorubá no sudoeste da Nigéria

  • Afrodite , deusa grega antiga

  • Vênus , deusa romana antiga

  • Hathor , deusa egípcia antiga

  • Durga , deusa hindu

  • Asase Yaa , ou Aberewa, o grande espírito feminino da terra na religião indígena do povo Akan da Costa da Guiné

  • Sofia , uma figura do Cristianismo Gnóstico que representa a sabedoria divina e o espírito feminino

Comece pesquisando o sagrado feminino dentro de suas próprias tradições culturais, espirituais e ancestrais – é mais provável que ela esteja lá, oculto ou ‘mal interpretado’. Se você encontrar uma deusa ou figura que ressoa fora de suas tradições, lembre-se de buscar sua verdade com respeito e autenticidade, em vez de com a missão de cooptar crenças como parte de uma tendência passageira. Muitas divindades femininas e aquelas que as incorporam foram vilipendiadas como bruxas por religiões e culturas coloniais , então aborde tudo isso com atenção. Isso não é apenas um resultado devastador dos sistemas patriarcais, mas reivindicar um estilo de vida que não faz parte de sua ancestralidade pode contribuir para o apagamento cultural .

Incorporando O Feminino Divino em Sua Vida

Portanto, se você está se sentindo atraído para explorar o feminino divino, o que deve fazer?

“ O visível é mais fácil de consertar e cuidar do que o oculto, e muitos de nós estamos negligenciando as partes ocultas de nós mesmos. ”

O equilíbrio entre o oculto e o visível está em jogo em minha própria vida. Especialmente com as mídias sociais, tudo hoje em dia enfatiza o visível – o que vestimos, o que dizemos, aonde vamos. Mas como estamos cultivando o oculto? O visível é mais fácil de consertar e cuidar do que o oculto, e muitos de nós estamos negligenciando as partes ocultas de nós mesmos.

Também estou explorando as maneiras pelas quais o divino feminino está começando a se reequilibrar nos espaços sociais e políticos. Embora vejamos uma onda de mulheres entrando na esfera política, elas representam uma força ainda maior de reequilíbrio. Mudança climática, justiça racial e saúde estão entre muitas das conversas femininas no cenário nacional – tópicos que se concentram em nutrir nosso planeta e criar uma sociedade equilibrada e solidária, em vez de regras e políticas restritivas. (Afinal, o Feminino Divino está aparentemente voltando na Era de Aquário, uma era em que estamos agora ou em que estaremos em breve .)

Em última análise, o Feminino Divino é um conceito não denominacional e auto-exploração que restaura um equilíbrio para nossa adoração e práticas espirituais . É a facilidade que equilibra o controle, a lua que puxa as marés enquanto o sol aquece a terra.

Talvez ela incorpore uma mulher, um astro feminino, um cálice ou um jardim exuberante. Talvez incorporar essa energia pareça oração, ou experiências sensuais, ou sentir o solo fértil sob seus pés. Medite sobre como você pode celebrar esta energia dentro de você e especialmente como uma divindade dentro dos outros – e vamos continuar avançando em direção ao equilíbrio que todos nós sentimos falta agora.

Mais…

Editado de https://annathea.org/

A fim de entender o que o Feminino Divino significa, você precisa, mais do que nunca liberar velhos sistemas de crenças, abandonar o condicionamento cultural e religioso e explorar a beleza, a graça e a singularidade de VOCÊ. Como ser feminino precisa ser definido por você e por sua expressão única.

Suas qualidades Femininas Divinas se expressam de maneira diferente do que qualquer outra pessoa. Não existe um tamanho único. O divino feminino dentro de você sabe que você é uma parte única e importante do todo.

Seja você!

Acima de tudo, o que isso significa é deixar de ser outra pessoa além de você. Ninguém pode ser você melhor do que você. Não seja um poser ou impostor conforme as normas da sociedade.

Principalmente as normas que o mantêm confinado e inseguro. Saia da sua caixa. Permita-se celebrar o seu corpo e a feminilidade divina. Conecte-se com sua diversão, sensualidade e inocência erótica. Honre suas emoções e seu lado intuitivo.

Pare de odiar seu corpo e sua aparência. Pare de se julgar de fora para dentro e aprenda a se sentir bem de dentro para fora. Então, o princípio do Feminino Divino não será mais um mistério para você. Quando você faz todas essas coisas, a energia feminina divina começará a fluir livremente em seu corpo.

Eu acredito que a descoberta pessoal e única de cada pessoa do Feminino Divino interior irá beneficiar não apenas eles, mas a sociedade como um todo. Precisamos de mais líderes femininas promovendo paz e amor. Elas sempre estiveram por perto e precisamos mais para começar a aparecer. Vamos comemorar e apoiá-los.

Você também é. Sua divina sabedoria feminina deseja ser expressa porque, no final das contas, criará mais paz e amor no mundo. Mas começa dentro de você.

9 maneiras de expressar o feminino divino em sua vida

1. Honre seus sentimentos e domine suas emoções

A maioria de nós aprendeu que o que estamos sentindo é errado. Quantas vezes você já disse a si mesmo: “Eu não deveria me sentir assim”. Ou disse a um amigo: “Não se sinta mal”. Fomos ensinados a evitar nossas emoções negativas a todo custo. Por isso, temos tantos males em nossa sociedade.

Se pudéssemos aprender como sentir nossos sentimentos e dar aos nossos sentimentos desconfortáveis ​​uma voz amorosa, o mundo seria completamente diferente. Teríamos relacionamentos mais autênticos e amorosos. Nós nos sentiríamos mais vivos em nossos corpos. Na verdade, podemos até ter paz no planeta!

Honrar suas emoções em vez de reprimi-las é extremamente importante. Porque suas emoções não vão embora. Na verdade, eles são uma fonte poderosa de energia e vitalidade para você. No entanto, quando reprimido, irá vazar em seus relacionamentos como manipulação ou comportamento passivo-agressivo ou evoluir para doenças.

É importante saber como processar suas emoções, caso contrário, elas ficarão presas em seu corpo, não permitindo que a energia feminina divina flua através de você e, em última análise, mantê-lo-ão sem poder. Aprender como nutrir, cuidar e reconhecer suas emoções … em outras palavras, saber como processar suas emoções é uma das ferramentas mais valiosas que uma mulher pode ter.

2. Ame e Respeite seu corpo

Não importa a forma ou o tamanho da sua idade, ame o seu corpo. Aproximadamente 91% das mulheres estão insatisfeitas com seu corpo e recorrem à dieta para atingir a forma corporal ideal. Infelizmente, apenas 5% das mulheres possuem naturalmente o tipo de corpo tipicamente retratado pela mídia.

Ame o seu …

  • Cabelo (espesso / fino / curto ou estreito)
  • Barriga (grande / irregular / cicatrizada ou não)
  • Pernas (longas / curtas ou intermediárias)
  • Butt (liso / redondo e até flácido)
  • Dedos do pé (manicurados ou não) etc

Você precisa saber que seu corpo é perfeito do jeito que está. Desenvolver um relacionamento amoroso com ele é um princípio feminino divino fundamental. A energia feminina divina não é visual …. é um sentimento . E, de fato, o corpo humano é um recipiente mágico que contém essa energia. Seja gentil com seu corpo e não abuse dele.

Você está comendo demais, bebendo demais, abusando de alguma forma? Você vive uma vida estressada? Você tem dificuldade em dormir à noite?

Se você não cuidar, honrar e amar o seu corpo, você não terá acesso à sua sabedoria infinita e ao poder da sua feminilidade divina. Aprenda a desacelerar e ouvir o seu corpo. A   desaceleração lhe dá acesso ao poder de cura da essência feminina divina dentro de você.

3. Confie na sua intuição

Vivemos em um mundo que valida a lógica sobre as emoções, mas para por aí. A ideia de que as coisas não existem a menos que você possa vê-las. É por isso que, quando você obtém um acerto intuitivo, muitas vezes pode ignorá-lo.

Se você deseja se conectar com o seu feminino divino, comece a honrar a sua intuição. Comece a confiar nesses acessos intuitivos. Preste atenção neles. Especialmente quando você tiver um pressentimento, não o ignore. Tenha a coragem de ouvir o que sua sabedoria interior está dizendo e agir de acordo. Porque você tem mais sabedoria do que provavelmente imagina.

Aprender a confiar em si mesmo e saber que o que você está sentindo e intuindo não é apenas válido, mas também correto para você. Sua intuição é sua força orientadora. Use-o e honre-o.

4. Dê uma voz à sua sabedoria interior

Não tenha medo de falar a sua verdade. Fomos programados com “a doença para agradar”, como Oprah diria. Com medo de balançar o barco, muitos de nós mantemos nossas bocas fechadas e não falam por nós mesmos. Você está fazendo isso?

Isso o desconecta de seu poder porque o impede de acessar sua sabedoria feminina divina. Não tenha medo de processar suas emoções e depois dar voz a elas. Pare de se lamentar e agir como se você fosse impotente. Você está apenas tendo uma sensação desconfortável.

Uma sensação desconfortável significa que você tem uma necessidade não atendida! É isso! Portanto, aprenda como se tornar importante o suficiente para honrar suas necessidades. Ter necessidades não significa que você seja carente. Uma mulher conectada ao seu poder Feminino Divino sabe como pedir o que ela precisa.

Não aprendemos a dar voz aos nossos sentimentos desconfortáveis ​​pedindo o que precisamos. Consequentemente, a maioria de nós não tem boas habilidades de comunicação. Você sabe como falar por si mesmo sem deixar a outra pessoa na defensiva? Você sabe como estabelecer limites saudáveis ?

Não é fácil e requer não apenas coragem, mas também aprender novas habilidades de comunicação. Habilidades de comunicação que não colocam a outra pessoa na defensiva, mas ainda permitem que você fale a sua verdade.

A maioria de nós fala com a cabeça e não está realmente se expressando com o poder do coração . Por essa razão, desentendimentos causam desconexão. Em alguns casos, durante anos. É porque você não sabe como abrir seu coração e dar voz à sua sabedoria interior.

Aprenda a falar como uma Comunicadora do Feminino Divino . Alguém que ouve seu corpo, domine suas emoções e honre sua intuição, sabe pedir o que precisa e tem a coragem de ser amorosamente transparente com as pessoas próximas.

5. Tenha Gratidão pela Vida

Na azáfama da vida, é fácil esquecer como a vida é especial. Mas se você já passou por uma situação de risco de vida, você se lembra rapidamente de como a vida é preciosa. Ou se você perdeu alguém, especialmente de forma inesperada, você percebeu como a vida é preciosa e como pode ser tirada rapidamente.

Por exemplo, lembro-me de estar no hospital com uma apendicectomia de emergência. Fiquei no hospital por uma semana e dividi meu quarto com uma mulher que teve sua perna amputada enquanto eu estava lá. Foi uma mudança de vida testemunhar sua experiência.

Mais importante ainda, o Feminino Divino é a força que dá vida. Não é algo que se dê como certo. É mágico, místico e muito especial. Sua vida é especial. Reserve um tempo para honrar a vida e o corpo que você recebeu.

Exemplos:

  • Conte suas bênçãos e seja grato pelo que você tem.
  • Seja grato por sua saúde e pela saúde de sua família.
  • Honre todos os seus relacionamentos.
  • Perdoe aqueles que o machucaram.
  • Cure e celebre sua sexualidade e a sua  .

6. Crie um Espaço Sagrado

como despertar a energia feminina - as mãos da mulher tocando suavemente uma planta.

Uma boa maneira de fazer isso é reservar um tempo logo pela manhã para se conectar com o espírito. Por exemplo, isso pode ser através da meditação ou outras formas de quietude que permitem que você se conecte com aquela parte de você que está além do físico.

Exemplos:

  • Consciência meditativa de seu terceiro olho, sua respiração ou seu corpo.
  • Meditação ambulante sobre a Mãe Terra Descalço.
  • Dê uma voz à sua sabedoria interior.
  • Faça invocações e afirmações espirituais.
  • Obtenha os Oracle Cards para obter informações.
  • Conecte-se aos seus guias espirituais e anjos da guarda.

7. Use sua imaginação

Einstein disse: “A imaginação é mais poderosa do que o conhecimento”. Conhecimento, fatos e figura, lógica e raciocínio é o princípio masculino. Imaginação, eventos místicos e intuição são os princípios femininos. Confiar no que não é visto é o princípio feminino.

Use sua imaginação para criar um mundo melhor para você e para os outros. Porque sua imaginação é como você cria. Antes de algo entrar em manifestação, ele primeiro precisa estar na forma de pensamento.

Sua imaginação está conectada à sua intuição. É o mundo invisível. E é real. Por esse motivo, comece a usar sua imaginação como sua ferramenta Feminina Divina para trazer mais bondade para sua vida.

8. Conheça a si mesmo

Você realmente sabe quem você é? E quanto de quem você é é a pessoa que você acha que deveria ser? E se você parasse de se “impor” e começasse a ficar curioso. Pare de viver uma vida que foi programada em você e comece a viver uma vida que é seu verdadeiro propósito e paixão.

Você conhece o propósito da sua alma? Ao descascar todos os sistemas de condicionamento e crenças que o limitam, você terá maior acesso à sua verdade. O verdadeiro você. O você divino. Sua divina essência feminina. A luz que guia sua alma.

O Feminino Divino - Uma mulher em sintonia com ela mesma.
Honre sua sabedoria interior sintonizando-se

Cada vez mais a sabedoria antiga está disponível para você do que no passado. E essa sabedoria ancestral permite que você se conheça melhor.

“Eu consciência” não é egoísta.

Pelo contrário, é auto-capacitador! E aumenta o amor próprio. Dessa forma, você realmente terá mais amor para dar. Portanto, investir em si mesmo e conhecer quem você é despertará o seu feminino divino.

 

9. Honre e respeite sua sexualidade

Eu teria que dizer que isso está no cerne do Feminino Divino. Se você não está olhando para sua sexualidade de uma nova lente (diferente de nossa programação cultural), então você está vivendo uma visão muito limitada do que você pensa que é sua sexualidade.

E não estou dizendo isso para julgar. Estou dizendo isso porque vivemos em um mundo cheio de vergonha no que diz respeito à sexualidade. Muitos não têm a oportunidade de se curar sexualmente. E nossa cultura está sexualmente ferida.

A pornografia e muito erotismo que retrata as mulheres sob uma luz desrespeitosa é galopante na internet. O tráfico sexual infelizmente está vivo e bem no mundo. E nossas instituições educacionais frequentemente têm educadores que eles próprios não se sentem totalmente à vontade com o assunto.

Se você realmente deseja acessar o poder de sua essência Feminina Divina, você precisa olhar para sua sexualidade. Você precisa ser real consigo mesmo sobre quais partes de sua sexualidade ainda estão no escuro. Você precisa nutrir sua sexualidade até a plenitude. E pode ser uma experiência maravilhosa e uma jornada interior profunda.

Que atitude você tem sobre sua genitália feminina?

  • Você se sente confiante e confortável para pedir o que precisa no quarto?
  • Você ao menos sabe quais são suas necessidades sexuais?
  • Você se sente confortável recebendo prazer?
  • Você também sabe dizer não para o que não lhe é agradável

Estas são questões importantes para se perguntar se você deseja abraçar totalmente o Feminino Divino dentro de você. Se você quer se libertar dos problemas sexuais comuns, as pessoas têm a única maneira de fazer isso cultivando um relacionamento mais profundo com sua anatomia feminina.

Quando usado corretamente, ou seja, fazer as práticas guiadas pelo feminino divino e não apenas “enfiá-lo”, você despertará sua essência feminina divina mais profunda. Esta prática ancestral oferece a você a oportunidade de realmente entrar em contato com a sacralidade de sua sexualidade. E isso é extremamente importante para o seu fortalecimento pessoal durante esses tempos de mudança.

Para concluir…

Este é apenas o começo! Aprenda a expressar sua feminilidade divina e sua vida se transformará. Deixe de lado as crenças limitantes e aprenda os caminhos da sabedoria ancestral. Seja o líder do amor que você deveria ser. Você está aqui para fazer a diferença, não importa quão grande ou pequena. Mas você precisa do poder de sua energia feminina divina para ser um verdadeiro Líder do Amor e tornar este mundo melhor.